{"id":323,"date":"2017-07-28T15:42:42","date_gmt":"2017-07-28T15:42:42","guid":{"rendered":"https:\/\/livinginnaturalharmony.com\/pt\/?p=323"},"modified":"2018-03-05T12:12:34","modified_gmt":"2018-03-05T12:12:34","slug":"a-importancia-da-vitamina-d-e-da-exposicao-consciente-ao-sol-parte-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/livinginnaturalharmony.com\/pt\/2017\/07\/28\/a-importancia-da-vitamina-d-e-da-exposicao-consciente-ao-sol-parte-1\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia da vitamina D e da exposi\u00e7\u00e3o consciente ao sol: Parte 1"},"content":{"rendered":"<p>A vitamina D \u00e9 t\u00e3o importante para prevenir e tamb\u00e9m ajudar a superar tantas doen\u00e7as. A sua import\u00e2ncia tem sido subestimada durante muitos anos. Hoje em dia, a ci\u00eancia est\u00e1 finalmente a alertar-nos para o impacto da vitamina D na nossa sa\u00fade. Uma vez que agora \u00e9 ver\u00e3o no hemisf\u00e9rio norte, pensei em escrever um artigo sobre a import\u00e2ncia da vitamina D. Espero que depois de ler este artigo, fique mais motivado e com menos medo de apanhar sol &#8220;conscientemente&#8221; :). E vou explicar no pr\u00f3ximo artigo (Parte 2) o que quero dizer com &#8220;consciente&#8221;.<\/p>\n<p>A falta de vitamina D \u00e9 de fato uma pandemia [1]. Quando olhamos para as estimativas mundiais da defici\u00eancia de vitamina D [2], observamos que, na maior parte dos pa\u00edses, afeta mais de 70% da popula\u00e7\u00e3o. Mesmo em pa\u00edses com muita luz solar, como o Brasil, 77% da popula\u00e7\u00e3o tem falta de vitamina D! Isto \u00e9 de fato um grande problema global de sa\u00fade. E porque \u00e9 um problema assim t\u00e3o grande? Porque a vitamina D \u00e9 crucial para o funcionamento de todos os sistemas do nosso corpo e a defici\u00eancia de vitamina D tem sido associada a muitas doen\u00e7as: problemas do sistema m\u00fasculo-esquel\u00e9tico (fraqueza muscular, quedas, fraturas), cancro, doen\u00e7as auto-imunes, doen\u00e7as infecciosas, doen\u00e7as neurol\u00f3gicas e psiqui\u00e1tricas, infertilidade e problemas durante a gravidez e parto, entre muitos outros problemas, incluindo mortalidade devida a qualquer causa [1, 3]. Irei falar de alguns destes problemas em mais detalhe, mas primeiro:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>O que \u00e9 vitamina D?<\/strong><\/h2>\n<p>A vitamina D \u00e9 a vitamina produzida na nossa pele quando somos expostos \u00e0 luz solar. A radia\u00e7\u00e3o ultravioleta do sol \u00e9 dividida em raios ultravioleta A (UVA) e ultravioleta B (UVB). A radia\u00e7\u00e3o UVB \u00e9 a que estimula uma mol\u00e9cula de pr\u00e9-colesterol (7-desidrocolesterol) presente na nossa pele a ser convertida em vitamina D<sub>3<\/sub> (colecalciferol). A vitamina D<sub>3<\/sub> \u00e9 ent\u00e3o metabolizada e convertida no f\u00edgado em 25-hidroxivitamina D (25(OH)D) e depois, nos rins em 1,25-dihidroxivitamina D (1,25 (OH)<sub>2<\/sub>D ou calcitriol) e depois viaja para os tecidos alvo, que cont\u00eam receptores de vitamina D. Tamb\u00e9m \u00e9 sabido que muitos outros tecidos do corpo, incluindo o c\u00e9rebro, a pr\u00f3stata, a mama e muitos outros, podem tamb\u00e9m produzir localmente 1,25 (OH) <sub>2<\/sub>D [4].<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-811 \" src=\"https:\/\/livinginnaturalharmony.com\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/vitamD_mainphoto-768x1024.png\" alt=\"\" width=\"609\" height=\"812\" \/><\/p>\n<p>Os receptores de vitamina D podem ser encontrados na maioria dos tecidos do nosso corpo, incluindo o c\u00e9rebro. Estima-se que mais de 2000 genes sejam direta ou indiretamente regulados pela vitamina D (1,25 (OH) <sub>2<\/sub>D) [5]. Curiosamente, podemos mudar a express\u00e3o de mais de 1000 genes logo ap\u00f3s 24h de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 vitamina D [6]!<\/p>\n<p>A vitamina D est\u00e1 tamb\u00e9m presente em pequenas quantidades em alguns alimentos (por exemplo, cogumelos, \u00f3leo de peixe), mas geralmente n\u00e3o \u00e9 suficiente para satisfazer os nossos requisitos. A maior fonte natural de vitamina D \u00e9, portanto, a exposi\u00e7\u00e3o ao sol.<\/p>\n<p>E, como podem imaginar, a principal causa de defici\u00eancia de vitamina D \u00e9 a falta de exposi\u00e7\u00e3o aos UVB do sol.<\/p>\n<p>No entanto, h\u00e1 uma varia\u00e7\u00e3o sazonal dos UVB. O \u00e2ngulo que o sol faz com a Terra afeta o n\u00famero de raios UVB que atingem a superf\u00edcie da Terra [7]. Estes raios t\u00eam uma maior intensidade no ver\u00e3o entre as 12h-14h. No inverno e ao in\u00edcio da manh\u00e3 ou ao final da tarde, o \u00e2ngulo \u00e9 muito baixo e, portanto, os raios UVB n\u00e3o atingem a Terra e consequentemente, quase nenhuma vitamina D<sub>3<\/sub> pode ser sintetizada [7].<\/p>\n<p>E sabia que a vitamina D \u00e9 t\u00e3o importante que na verdade os n\u00e3o fumadores que evitam a exposi\u00e7\u00e3o ao sol t\u00eam uma esperan\u00e7a de vida semelhante aos fumadores expostos ao sol? [8] Os investigadores afirmam que &#8220;evitar a exposi\u00e7\u00e3o solar \u00e9 um fator de risco de morte com uma magnitude semelhante ao tabagismo&#8221; [8].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Porque \u00e9 ent\u00e3o a vitamina D t\u00e3o importante?<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Ossos e m\u00fasculos<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>A falta de exposi\u00e7\u00e3o ao sol e a sua associa\u00e7\u00e3o ao raquitismo (deforma\u00e7\u00e3o dos ossos) em crian\u00e7as foi descrita pela primeira vez em 1822 [9]. A defici\u00eancia de vitamina D em crian\u00e7as pode, de fato, causar um retardo no crescimento e sinais e sintomas cl\u00e1ssicos de raquitismo [1, 10]. Em adultos, a defici\u00eancia de vitamina D pode levar \u00e0 osteoporose (baixa densidade mineral \u00f3ssea &#8211; ossos fracos, que s\u00e3o mais suscet\u00edveis a fraturas) e aumenta, portanto, o risco de fraturas [1, 11, 12]. Provavelmente j\u00e1 ouviu dizer que precisa de c\u00e1lcio para os ossos, mas tamb\u00e9m precisa de n\u00edveis adequados de vitamina D, uma vez que \u00e9 necess\u00e1ria para a absor\u00e7\u00e3o intestinal do c\u00e1lcio.<\/p>\n<p>A vitamina D tamb\u00e9m \u00e9 extremamente importante para os m\u00fasculos [13]. De fato, a defici\u00eancia de vitamina D tem sido associada \u00e0 fraqueza muscular [14]. Os receptores de vitamina D est\u00e3o presentes no m\u00fasculo esquel\u00e9tico [15]. Al\u00e9m disso, a defici\u00eancia em vitamina D tem sido associada a um risco mais elevado de quedas [16] e, portanto, a sua import\u00e2ncia na preven\u00e7\u00e3o de quedas tem sido reconhecida [12].<\/p>\n<p>No entanto, a falta de vitamina D afeta o nosso corpo de muitas outras maneiras para al\u00e9m do funcionamento dos ossos e m\u00fasculos. A vitamina D pode ser considerada uma hormona, porque n\u00e3o precisamos de a ingerir, e pode ser sintetizada pelo nosso pr\u00f3prio corpo quando exposto \u00e0 luz solar. \u00c9 t\u00e3o importante para tantos tecidos no nosso corpo que, como os autores em [17] escrevem, \u00e9 uma:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>&#8220;Hormona da reprodu\u00e7\u00e3o e fertilidade<br \/>\nHormona do crescimento e desenvolvimento<br \/>\nHormona da resposta imunol\u00f3gica e ao stress<br \/>\nHormona do sistema digestivo<br \/>\nHormona da regula\u00e7\u00e3o end\u00f3crina<br \/>\nHormona das fun\u00e7\u00f5es do sistema nervoso central &#8220;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Cancro<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>H\u00e1 muito tempo que se sabe da exist\u00eancia de uma correla\u00e7\u00e3o entre a falta de vitamina D e a ocorr\u00eancia de v\u00e1rios tipos de cancro. Na verdade, a exposi\u00e7\u00e3o aos UVB e os n\u00edveis de vitamina D est\u00e3o inversamente associados a 15 tipos de cancro [18].<\/p>\n<p>H\u00e1 quase 80 anos, foi observada uma correla\u00e7\u00e3o entre viver em latitudes mais altas (ou seja, mais a norte) e um maior risco de morrer de cancro [19]. Viver em latitudes mais altas diminui a produ\u00e7\u00e3o de vitamina D<sub>3<\/sub>, e portanto, sugeriu-se que uma associa\u00e7\u00e3o poderia existir entre a falta de vitamina D e a mortalidade por cancro. Foi observado que os homens e \u00a0mulheres que tinham apanhado mais ao sol ao longo das suas vidas eram menos propensos a morrer de cancro [18, 20, 21].<\/p>\n<p>Hoje em dia, o papel da vitamina D na preven\u00e7\u00e3o e tratamento do cancro tem sido reconhecido e provado por muitos estudos cient\u00edficos (por exemplo, [4, 21-24]). V\u00e1rios estudos mostraram que a defici\u00eancia em vitamina D aumenta o risco de desenvolver e morrer de cancro [21, 25]. Observou-se que adultos com n\u00edveis de vitamina D abaixo de 25 ng\/ml, que foram seguidos durante 19 anos, tinham um risco mais elevado (50%!) de desenvolver cancro colorrectal, da mama, da pr\u00f3stata e muitos outros tipos [25-27]. Uma meta-an\u00e1lise mostrou que a ingest\u00e3o de 1000 Unidades Internacionais (UI) de vitamina D<sub>3<\/sub> por dia est\u00e1 associada a uma diminui\u00e7\u00e3o de 50% do risco de cancro colorretal e da mama [21]. Homens que tomaram &gt; 400 UI de vitamina D por dia t\u00eam um risco reduzido de desenvolver v\u00e1rios tipos de cancro, incluindo o do p\u00e2ncreas, es\u00f3fago e linfoma n\u00e3o-Hodgkin [25].<\/p>\n<p>Neste estudo [4], os autores afirmam:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8220;<em>Ambos os estudos prospectivos e retrospectivos apoiam o conceito de que a defici\u00eancia de vitamina D \u00e9 a for\u00e7a propulsora do aumento do risco de v\u00e1rios cancros comuns em pessoas que vivem em latitudes mais altas<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p>Eu diria antes &#8220;\u00e9 uma das for\u00e7as propulsoras&#8221;.<\/p>\n<p>A sufici\u00eancia de vitamina D n\u00e3o s\u00f3 previne o cancro, mas pode tamb\u00e9m melhorar a sobreviv\u00eancia de pacientes com cancro: num estudo em pacientes com cancro colorretal, aqueles com n\u00edveis mais elevados de vitamina D (isto \u00e9, 25(OH)D) tiveram uma mortalidade quase 50% (metade!) mais baixa do que os pacientes que tinham os n\u00edveis de vitamin D mais baixos [28]. E, quanto maior o n\u00edvel de vitamina D, menor a taxa de mortalidade [29]. O mesmo foi observado para o cancro da mama [30, 31], cancro do ov\u00e1rio [32] e linfoma [33]. Isto \u00e9 altamente relevante!! Curiosamente, um estudo revelou que, de todos os pacientes com cancro colorretal que participaram no estudo, apenas 3% tinham n\u00edveis normais de vitamina D, o que significa que a grande maioria (97%!) destes pacientes tem falta de vitamina D [34]!<\/p>\n<p>Isto foi demonstrado em estudos observacionais, o que significa que os cientistas observaram os n\u00edveis dos pacientes no in\u00edcio do estudo, mas na verdade n\u00e3o fizeram nenhuma interven\u00e7\u00e3o. Sabe o que \u00e9 um estudo cl\u00ednico randomizado controlado? \u00c9 um estudo em que as pessoas s\u00e3o divididas em 2 grupos: 1 grupo recebe a interven\u00e7\u00e3o (chamado grupo experimental) e o outro n\u00e3o (chamado grupo controlo); \u00e9 o melhor tipo de estudos para provar se um tratamento realmente funciona e \u00e9 normalmente o que se utiliza em ensaios cl\u00ednicos. Num destes tipos de estudos, verificou-se que os suplementos de vitamina D tamb\u00e9m reduzem significativamente a mortalidade por cancro [35].<\/p>\n<p>Ent\u00e3o e quanto ao melanoma? Sabia que na verdade, o melanoma \u00e9 mais comum em pessoas que trabalham no interior de ed\u00edficos do que em pessoas que trabalham no exterior? [36] O autor deste artigo publicado no <em>Lancet<\/em> afirma:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>&#8220;As pessoas que trabalham no exterior t\u00eam um menor risco de melanoma em compara\u00e7\u00e3o com as pessoas que trabalham no interior, sugerindo que a exposi\u00e7\u00e3o cr\u00f3nica \u00e0 luz solar pode ter um efeito protetor&#8221;.<\/em> [36]<\/p>\n<p>Na verdade, alguns autores at\u00e9 afirmam que <strong>a exposi\u00e7\u00e3o ao sol pode ter um efeito anti-melanoma atrav\u00e9s da ativa\u00e7\u00e3o do sistema da vitamina D<\/strong> [37]. Imagino que esteja a pensar &#8220;O qu\u00ea?! Ent\u00e3o mas a exposi\u00e7\u00e3o ao sol n\u00e3o causa cancro da pele?&#8221;. Bem, n\u00e3o \u00e9 preto ou branco. A exposi\u00e7\u00e3o ao sol em modera\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para n\u00f3s, inclusive para prevenir o cancro da pele ou muitos outros tipos de cancro, como mencionei em cima. Mas se costuma apanhar tanto sol ao ponto de ficar com queimaduras solares, ent\u00e3o a\u00ed est\u00e1 a exagerar, e sim, o seu risco de cancro da pele aumenta. Pode estar a perguntar &#8220;ent\u00e3o e que tal apanhar sol, mas estar &#8220;protegido&#8221; com o protetor solar?&#8221;. H\u00e1 muitas raz\u00f5es pelas quais eu n\u00e3o recomendo os protetores solares &#8220;normais&#8221; (e irei discutir este t\u00f3pico no meu pr\u00f3ximo artigo), mas um deles \u00e9 porque que os protetores bloqueiam os UVB &#8211; mesmo um protetor com um fator de prote\u00e7\u00e3o solar de apenas 15 bloqueia 99% dos UVB [ 79]. Portanto, assim n\u00e3o poder\u00e1 sintetizar nenhuma vitamina D, e consequentemente, poder\u00e1 estar de fato a aumentar o seu risco de cancro.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar, antes ou depois do diagn\u00f3stico, tem sido associada a uma maior sobreviv\u00eancia em pacientes com melanoma [38, 39]. N\u00edveis mais elevados de vitamina D aquando do diagn\u00f3stico, al\u00e9m de estarem associados a uma maior sobreviv\u00eancia, est\u00e3o tamb\u00e9m associados a melanomas mais finos [40, 41]. Por outro lado, a falta de vitamina D est\u00e1 associada a um pior progn\u00f3stico [42]. Al\u00e9m disso, as taxas de melanoma aumentam com a diminui\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de vitamina D [43]. Na verdade, num estudo muito recente publicado no <em>Science Reports<\/em>, os autores conclu\u00edram que a vitamina D deve ser utilizada como adjuvante do tratamento do melanoma [44].<\/p>\n<p>E porque \u00e9 que a vitamina D tem um papel t\u00e3o crucial na preven\u00e7\u00e3o e tratamento do cancro? Sabe-se que a forma ativa de vitamina D (calcitriol) inibe a prolifera\u00e7\u00e3o celular maligna, estimula a apoptose (morte celular programada), suprime a inflama\u00e7\u00e3o e inibe a angiog\u00e9nese tumoral (forma\u00e7\u00e3o de novos vasos sangu\u00edneos necess\u00e1rios para o tumor sobreviver), prolifera\u00e7\u00e3o (crescimento), invas\u00e3o e met\u00e1stase [24].<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Doen\u00e7as autoimunes<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>Os cientistas t\u00eam mostrado que viver em latitudes mais altas est\u00e1 tamb\u00e9m associado a um risco mais elevado de doen\u00e7as auto-imunes, incluindo a diabetes tipo 1 e a esclerose m\u00faltipla [45, 46]. Observou-se que crian\u00e7as que receberam 2000 UI de vitamina D por dia durante o primeiro ano de vida, e que foram seguidas durante 31 anos, tiveram uma redu\u00e7\u00e3o de 78% no risco de desenvolver diabetes tipo 1 em compara\u00e7\u00e3o com crian\u00e7as que n\u00e3o receberam suplementa\u00e7\u00e3o de vitamina D [47].<\/p>\n<p>A associa\u00e7\u00e3o entre a falta de vitamina D e a esclerose m\u00faltipla (EM) \u00e9 bem conhecida. N\u00edveis mais elevados de vitamina D est\u00e3o associados a uma menor incid\u00eancia de esclerose m\u00faltipla em mulheres [48]. Al\u00e9m disso, a maioria dos pacientes com esta patologia tem n\u00edveis muito baixos de vitamina D no sangue. Por isso, hoje recomenda-se fazer sempre an\u00e1lises \u00e0 vitamina D em pacientes com EM e prescrever suplementos desta vitamina [49]. Tem-se sugerido que, devido \u00e0s suas a\u00e7\u00f5es imunossupressoras, a forma ativa de vitamina D pode prevenir a indu\u00e7\u00e3o de EM [50]. De fato, num artigo intitulado &#8220;Vitamina D: um inibidor natural da esclerose m\u00faltipla&#8221;, os autores destacam que a preval\u00eancia de EM aumenta com a diminui\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o solar, sugerindo que a luz solar pode ter um efeito protetor na EM. Os mesmos autores tamb\u00e9m demonstraram que a vitamina D inibiu completamente a indu\u00e7\u00e3o e a progress\u00e3o da EM [51]. As mulheres que recebem &gt; 400 UI de vitamina D por dia t\u00eam uma redu\u00e7\u00e3o de 40% do risco de desenvolver esclerose m\u00faltipla [52].<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Doen\u00e7as psiqui\u00e1tricas<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m cada vez mais evid\u00eancias cient\u00edficas de que a vitamina D tem um forte impacto na nossa sa\u00fade mental. Por exemplo, v\u00e1rios estudos encontraram uma associa\u00e7\u00e3o entre a defici\u00eancia de vitamina D e a depress\u00e3o e desempenho cognitivo, em todas as faixas et\u00e1rias [53, 54]. Os sintomas depressivos melhoraram quando os indiv\u00edduos foram suplementados com vitamina D [55]. N\u00e3o s\u00f3 a defici\u00eancia de vitamina D e depress\u00e3o parecem co-ocorrer (por exemplo, como demonstrado em [56]), mas tamb\u00e9m a defici\u00eancia de vitamina D pode ser um fator de risco para a depress\u00e3o mais tarde [57]. A serotonina no c\u00e9rebro \u00e9 sintetizada a partir do amino\u00e1cido triptofano por uma enzima (triptofano hidroxilase 2), que \u00e9 ativada pela vitamina D [58]. As pessoas que vivem mais a norte est\u00e3o em risco de defici\u00eancia em vitamina D e s\u00e3o tamb\u00e9m mais propensas a desenvolver esquizofrenia [59].<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Doen\u00e7as infecciosas<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>Foi demonstrado que os suplementos de vitamina D podem prevenir infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias, como gripe, bronquite e pneumonia [60]. Al\u00e9m disso, a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar ajuda no tratamento da tuberculose [61-63]. Num estudo publicado na <em>Science<\/em>, foi demonstrado que um prov\u00e1vel mecanismo para isto \u00e9 que, quando um macr\u00f3fago \u00e9 infectado com tuberculose, estimula a c\u00e9lula a aumentar a produ\u00e7\u00e3o de 1,25 (OH)<sub>2<\/sub>D e a aumentar a express\u00e3o do receptor de vitamina D [ 64]. Isto vai aumentar a express\u00e3o gen\u00e9tica da prote\u00edna bactericida catelicidina, que \u00e9 conhecida por matar a tuberculose e outros agentes infecciosos.<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Doen\u00e7a inflamat\u00f3ria intestinal<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>A vitamina D tamb\u00e9m actua como anti-inflamat\u00f3rio. O restabelecimento de n\u00edveis normais desta vitamina pode ajudar pacientes com doen\u00e7as inflamat\u00f3rias intestinais. Verificou-se que as pessoas que vivem no sul t\u00eam uma menor incid\u00eancia deste tipo de doen\u00e7as do que as pessoas que vivem no norte. Uma explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel para isto \u00e9 que as pessoas no sul est\u00e3o mais expostas \u00e0 luz solar e \u00e0 radia\u00e7\u00e3o UVB e, portanto, t\u00eam muito provavelmente n\u00edveis mais elevados de vitamina D [65]. Num estudo, ap\u00f3s pacientes com a doen\u00e7a de Crohn receberem suplementos de vitamina D durante 24 semanas, a grande maioria deles conseguiu remiss\u00e3o [66], demonstrando o potencial da vitamina D para ajudar no tratamento desta doen\u00e7a inflamat\u00f3ria intestinal.<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Doen\u00e7as cardiovasculares<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>A vitamina D \u00e9 muito importante para reduzir a hipertens\u00e3o e o risco de doen\u00e7a card\u00edaca ateroscler\u00f3tica, ataque card\u00edaco e acidente vascular cerebral (AVC). Uma meta-an\u00e1lise de estudos prospectivos encontrou uma associa\u00e7\u00e3o entre baixos n\u00edveis de vitamina D e um maior risco de doen\u00e7as cardiovasculares [67]. O mesmo foi encontrado para o AVC isqu\u00e9mico [68]. Curiosamente, em pacientes com AVC, descobriu-se que quanto mais baixos os n\u00edveis de vitamina D no sangue, maior a gravidade do AVC\u200b\u200b [69]. Para al\u00e9m disso, descobriram que o n\u00edvel de vitamina D no sangue era um bom marcador do progn\u00f3stico e sobreviv\u00eancia dos pacientes (ou seja, pacientes com n\u00edveis mais altos, tinham melhor progn\u00f3stico) [69].<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Doen\u00e7a de Alzheimer<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>Bastantes estudos t\u00eam demonstrado uma associa\u00e7\u00e3o entre a falta de vitamina D e o risco de desenvolver a doen\u00e7a de Alzheimer. Foi sugerido que os n\u00edveis de vitamina D abaixo de 20 ng\/ml (50 nmol\/L) est\u00e3o associados ao decl\u00ednio cognitivo e ao desenvolvimento de dem\u00eancia [70]. Num artigo de revis\u00e3o sistem\u00e1tica e meta-an\u00e1lise, verificou-se que concentra\u00e7\u00f5es de vitamina D mais baixas estavam associadas a uma pior fun\u00e7\u00e3o cognitiva e a um maior risco de doen\u00e7a de Alzheimer [71]. Num estudo prospectivo com muitos participantes, os investigadores encontraram uma forte associa\u00e7\u00e3o entre a vitamina D e o risco de dem\u00eancia ou doen\u00e7a de Alzheimer<strong>: os doentes que tinham uma defici\u00eancia severa de vitamina D tinham mais do dobro da probabilidade de desenvolver a doen\u00e7a de Alzheimer<\/strong>, concluindo mas suas pr\u00f3prias palavras que &#8220;a defici\u00eancia em vitamina D est\u00e1 associada a um elevado risco de dem\u00eancia e doen\u00e7a de Alzheimer &#8220;[72]. Por outro lado, as pessoas que t\u00eam n\u00edveis elevados de vitamina D t\u00eam um baixo risco de desenvolver esta doen\u00e7a neurodegenerativa [73]. Um poss\u00edvel mecanismo para isto \u00e9 que a vitamina D ajuda a limpar as placas de amil\u00f3ide-\u03b2 que se desenvolvem no c\u00e9rebro de doentes com Alzheimer [74].<\/p>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Aumento da esperan\u00e7a de vida<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>Segundo artigos de revis\u00e3o sistem\u00e1tica e de meta-an\u00e1lise, a suplementa\u00e7\u00e3o com vitamina D<sub>3<\/sub> pode prevenir a mortalidade geral em adultos, o que significa que pode aumentar o nosso tempo de vida [75-77]. Estes consistiram em estudos bastante grandes: o estudo [76] teve em conta os resultados de 56 ensaios cl\u00ednicos randomizados e 95286 participantes e o estudo [77] considerou um total de 95 estudos com 880128 participantes. No entanto, isso n\u00e3o significa que podemos fazer o que quisermos e tomar um suplemento de vitamina D e este ser\u00e1 o &#8220;comprimido m\u00e1gico&#8221; para prolongar a nossa vida. N\u00e3o. Temos tamb\u00e9m que ter uma alimenta\u00e7\u00e3o e estilo de vida saud\u00e1vel se quisermos efetivamente prevenir doen\u00e7as cr\u00f3nicas e melhorar a nossa sa\u00fade [78].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nos meus pr\u00f3ximos artigos, vou escrever sobre:<\/p>\n<p>&#8211; Por que existe uma pandemia de defici\u00eancia de vitamina D?<br \/>\n&#8211; Quais s\u00e3o os n\u00edveis recomendados de vitamina D e o que fazer para os atingir?<br \/>\n&#8211; Problemas com os protetores solares<br \/>\n&#8211; Abordagens naturais para nos protegermos do sol<\/p>\n<p>Se leu este artigo, recomendo vivamente que leia o meu pr\u00f3ximo artigo (Parte 2), porque lhe irei dar algumas informa\u00e7\u00f5es que poder\u00e3o ser muito \u00fateis, nomeadamente o que pode fazer para elevar os seus n\u00edveis de vitamina D e tamb\u00e9m sugest\u00f5es de como estar exposto ao sol com seguran\u00e7a (ou &#8220;conscientemente&#8221;). Muitas pessoas pensam que estar exposto ao sol apenas com a cara e bra\u00e7os durante uns minutos chega para produzir vitamin D, mas isto n\u00e3o \u00e9 verdade. Precisamos de exp\u00f4r a maior parte do corpo ao sol. Leia o pr\u00f3ximo artigo \ud83d\ude42<\/p>\n<p>Entretanto, gostaria de saber: alguma vez descobriu que tinha falta de vitamina D? Notou melhorias no seu estado de sa\u00fade ap\u00f3s conseguir atingir os n\u00edveis normais de vitamina D?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Viva saud\u00e1vel \ud83d\ude42<br \/>\nAna<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n<p>[1] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 M. F. Holick, and T. C. Chen, \u201cVitamin D deficiency: a worldwide problem with health consequences,\u201d <em>Am J Clin Nutr,<\/em> vol. 87, no. 4, pp. 1080S-6S, Apr, 2008.<\/p>\n<p>[2] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C. Palacios, and L. Gonzalez, \u201cIs vitamin D deficiency a major global public health problem?,\u201d <em>J Steroid Biochem Mol Biol,<\/em> vol. 144 Pt A, pp. 138-45, Oct, 2014.<\/p>\n<p>[3] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 P. Pludowski, M. F. Holick, S. Pilz, C. L. Wagner, B. W. Hollis, W. B. Grant, Y. Shoenfeld, E. Lerchbaum, D. J. Llewellyn, K. Kienreich, and M. Soni, \u201cVitamin D effects on musculoskeletal health, immunity, autoimmunity, cardiovascular disease, cancer, fertility, pregnancy, dementia and mortality-a review of recent evidence,\u201d <em>Autoimmun Rev,<\/em> vol. 12, no. 10, pp. 976-89, Aug, 2013.<\/p>\n<p>[4] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 M. F. Holick, \u201cVitamin D: its role in cancer prevention and treatment,\u201d <em>Prog Biophys Mol Biol,<\/em> vol. 92, no. 1, pp. 49-59, Sep, 2006.<\/p>\n<p>[5] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 W. E. Stumpf, \u201cVitamin D sites and mechanisms of action: a histochemical perspective. Reflections on the utility of autoradiography and cytopharmacology for drug targeting,\u201d <em>Histochem Cell Biol,<\/em> vol. 104, no. 6, pp. 417-27, Dec, 1995.<\/p>\n<p>[6] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 M. Vukic, A. Neme, S. Seuter, N. Saksa, V. D. de Mello, T. Nurmi, M. Uusitupa, T. P. Tuomainen, J. K. Virtanen, and C. Carlberg, \u201cRelevance of vitamin D receptor target genes for monitoring the vitamin D responsiveness of primary human cells,\u201d <em>PLoS One,<\/em> vol. 10, no. 4, pp. e0124339, 2015.<\/p>\n<p>[7] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A. R. Webb, L. Kline, and M. F. Holick, \u201cInfluence of season and latitude on the cutaneous synthesis of vitamin D3: exposure to winter sunlight in Boston and Edmonton will not promote vitamin D3 synthesis in human skin,\u201d <em>J Clin Endocrinol Metab,<\/em> vol. 67, no. 2, pp. 373-8, Aug, 1988.<\/p>\n<p>[8] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 P. G. Lindqvist, E. Epstein, K. Nielsen, M. Landin-Olsson, C. Ingvar, and H. Olsson, \u201cAvoidance of sun exposure as a risk factor for major causes of death: a competing risk analysis of the Melanoma in Southern Sweden cohort,\u201d <em>J Intern Med,<\/em> vol. 280, no. 4, pp. 375-87, Oct, 2016.<\/p>\n<p>[9] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cSniadecki J. Jerdrzej Sniadecki (1768\u20131838) on the cure of rickets. (1840) Cited by W Mozolowski. Nature 1939;143:121\u20134..\u201d<\/p>\n<p>[10] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cHess AF, Unger LJ. The cure of infantile rickets by sunlight. JAMA 1921;77:39..\u201d<\/p>\n<p>[11] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 H. Bischoff-Ferrari, H. B. Stahelin, and P. Walter, \u201cVitamin D effects on bone and muscle,\u201d <em>Int J Vitam Nutr Res,<\/em> vol. 81, no. 4, pp. 264-72, Jul, 2011.<\/p>\n<p>[12] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 H. A. Bischoff-Ferrari, \u201cRelevance of vitamin D in fall prevention,\u201d <em>Geriatr Psychol Neuropsychiatr Vieil,<\/em> vol. 15, no. 1, pp. E1-E7, Mar 01, 2017.<\/p>\n<p>[13] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 H. A. Bischoff-Ferrari, \u201cRelevance of vitamin D in muscle health,\u201d <em>Rev Endocr Metab Disord,<\/em> vol. 13, no. 1, pp. 71-7, Mar, 2012.<\/p>\n<p>[14] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 H. A. Bischoff-Ferrari, T. Dietrich, E. J. Orav, F. B. Hu, Y. Zhang, E. W. Karlson, and B. Dawson-Hughes, \u201cHigher 25-hydroxyvitamin D concentrations are associated with better lower-extremity function in both active and inactive persons aged &gt; or =60 y,\u201d <em>Am J Clin Nutr,<\/em> vol. 80, no. 3, pp. 752-8, Sep, 2004.<\/p>\n<p>[15] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 R. U. Simpson, G. A. Thomas, and A. J. Arnold, \u201cIdentification of 1,25-dihydroxyvitamin D3 receptors and activities in muscle,\u201d <em>J Biol Chem,<\/em> vol. 260, no. 15, pp. 8882-91, Jul 25, 1985.<\/p>\n<p>[16] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 K. E. Broe, T. C. Chen, J. Weinberg, H. A. Bischoff-Ferrari, M. F. Holick, and D. P. Kiel, \u201cA higher dose of vitamin d reduces the risk of falls in nursing home residents: a randomized, multiple-dose study,\u201d <em>J Am Geriatr Soc,<\/em> vol. 55, no. 2, pp. 234-9, Feb, 2007.<\/p>\n<p>[17] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 W. E. Stumpf, \u201cVitamin D and the scientific calcium dogma: understanding the &#8216;Panacea&#8217; of the sun,\u201d <em>Eur J Clin Nutr,<\/em> vol. 66, no. 10, pp. 1080-1, Oct, 2012.<\/p>\n<p>[18] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 W. B. Grant, and C. F. Garland, \u201cThe association of solar ultraviolet B (UVB) with reducing risk of cancer: multifactorial ecologic analysis of geographic variation in age-adjusted cancer mortality rates,\u201d <em>Anticancer Res,<\/em> vol. 26, no. 4A, pp. 2687-99, Jul-Aug, 2006.<\/p>\n<p>[19] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cApperly FL. The relation of solar radiation to cancer mortality in North America. Cancer Res 1941.\u201d<\/p>\n<p>[20] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 W. B. Grant, \u201cAn estimate of premature cancer mortality in the U.S. due to inadequate doses of solar ultraviolet-B radiation,\u201d <em>Cancer,<\/em> vol. 94, no. 6, pp. 1867-75, Mar 15, 2002.<\/p>\n<p>[21] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C. F. Garland, F. C. Garland, E. D. Gorham, M. Lipkin, H. Newmark, S. B. Mohr, and M. F. Holick, \u201cThe role of vitamin D in cancer prevention,\u201d <em>Am J Public Health,<\/em> vol. 96, no. 2, pp. 252-61, Feb, 2006.<\/p>\n<p>[22] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 P. Bulathsinghala, K. N. Syrigos, and M. W. Saif, \u201cRole of vitamin d in the prevention of pancreatic cancer,\u201d <em>J Nutr Metab,<\/em> vol. 2010, pp. 721365, 2010.<\/p>\n<p>[23] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C. F. Garland, S. B. Mohr, E. D. Gorham, W. B. Grant, and F. C. Garland, \u201cRole of ultraviolet B irradiance and vitamin D in prevention of ovarian cancer,\u201d <em>Am J Prev Med,<\/em> vol. 31, no. 6, pp. 512-4, Dec, 2006.<\/p>\n<p>[24] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A. V. Krishnan, D. L. Trump, C. S. Johnson, and D. Feldman, \u201cThe role of vitamin D in cancer prevention and treatment,\u201d <em>Endocrinol Metab Clin North Am,<\/em> vol. 39, no. 2, pp. 401-18, table of contents, Jun, 2010.<\/p>\n<p>[25] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E. Giovannucci, Y. Liu, E. B. Rimm, B. W. Hollis, C. S. Fuchs, M. J. Stampfer, and W. C. Willett, \u201cProspective study of predictors of vitamin D status and cancer incidence and mortality in men,\u201d <em>J Natl Cancer Inst,<\/em> vol. 98, no. 7, pp. 451-9, Apr 05, 2006.<\/p>\n<p>[26] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 M. H. Ahonen, L. Tenkanen, L. Teppo, M. Hakama, and P. Tuohimaa, \u201cProstate cancer risk and prediagnostic serum 25-hydroxyvitamin D levels (Finland),\u201d <em>Cancer Causes Control,<\/em> vol. 11, no. 9, pp. 847-52, Oct, 2000.<\/p>\n<p>[27] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C. Garland, R. B. Shekelle, E. Barrett-Connor, M. H. Criqui, A. H. Rossof, and O. Paul, \u201cDietary vitamin D and calcium and risk of colorectal cancer: a 19-year prospective study in men,\u201d <em>Lancet,<\/em> vol. 1, no. 8424, pp. 307-9, Feb 09, 1985.<\/p>\n<p>[28] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 S. B. Mohr, E. D. Gorham, J. Kim, H. Hofflich, R. E. Cuomo, and C. F. Garland, \u201cCould vitamin D sufficiency improve the survival of colorectal cancer patients?,\u201d <em>J Steroid Biochem Mol Biol,<\/em> vol. 148, pp. 239-44, Apr, 2015.<\/p>\n<p>[29] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 B. Wang, Z. Jing, C. Li, S. Xu, and Y. Wang, \u201cBlood 25-hydroxyvitamin D levels and overall mortality in patients with colorectal cancer: a dose-response meta-analysis,\u201d <em>Eur J Cancer,<\/em> vol. 50, no. 12, pp. 2173-5, Aug, 2014.<\/p>\n<p>[30] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C. Palmieri, T. MacGregor, S. Girgis, and D. Vigushin, \u201cSerum 25-hydroxyvitamin D levels in early and advanced breast cancer,\u201d <em>J Clin Pathol,<\/em> vol. 59, no. 12, pp. 1334-6, Dec, 2006.<\/p>\n<p>[31] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 H. Maalmi, J. M. Ordonez-Mena, B. Schottker, and H. Brenner, \u201cSerum 25-hydroxyvitamin D levels and survival in colorectal and breast cancer patients: systematic review and meta-analysis of prospective cohort studies,\u201d <em>Eur J Cancer,<\/em> vol. 50, no. 8, pp. 1510-21, May, 2014.<\/p>\n<p>[32] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 P. M. Webb, A. de Fazio, M. M. Protani, T. I. Ibiebele, C. M. Nagle, A. H. Brand, P. I. Blomfield, P. Grant, L. C. Perrin, R. E. Neale, and G. Australian Ovarian Cancer Study, \u201cCirculating 25-hydroxyvitamin D and survival in women with ovarian cancer,\u201d <em>Am J Clin Nutr,<\/em> vol. 102, no. 1, pp. 109-14, Jul, 2015.<\/p>\n<p>[33] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 P. G. Vaughan-Shaw, F. O&#8217;Sullivan, S. M. Farrington, E. Theodoratou, H. Campbell, M. G. Dunlop, and L. Zgaga, \u201cThe impact of vitamin D pathway genetic variation and circulating 25-hydroxyvitamin D on cancer outcome: systematic review and meta-analysis,\u201d <em>Br J Cancer,<\/em> vol. 116, no. 8, pp. 1092-1110, Apr 11, 2017.<\/p>\n<p>[34] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 H. Mezawa, T. Sugiura, M. Watanabe, C. Norizoe, D. Takahashi, A. Shimojima, S. Tamez, Y. Tsutsumi, K. Yanaga, and M. Urashima, \u201cSerum vitamin D levels and survival of patients with colorectal cancer: post-hoc analysis of a prospective cohort study,\u201d <em>BMC Cancer,<\/em> vol. 10, pp. 347, Jul 02, 2010.<\/p>\n<p>[35] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N. Keum, and E. Giovannucci, \u201cVitamin D supplements and cancer incidence and mortality: a meta-analysis,\u201d <em>Br J Cancer,<\/em> vol. 111, no. 5, pp. 976-80, Aug 26, 2014.<\/p>\n<p>[36] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 J. K. Rivers, \u201cIs there more than one road to melanoma?,\u201d <em>Lancet,<\/em> vol. 363, no. 9410, pp. 728-30, Feb 28, 2004.<\/p>\n<p>[37] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 S. Mocellin, and D. Nitti, \u201cVitamin D receptor polymorphisms and the risk of cutaneous melanoma: a systematic review and meta-analysis,\u201d <em>Cancer,<\/em> vol. 113, no. 9, pp. 2398-407, Nov 01, 2008.<\/p>\n<p>[38] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 S. Rosso, F. Sera, N. Segnan, and R. Zanetti, \u201cSun exposure prior to diagnosis is associated with improved survival in melanoma patients: results from a long-term follow-up study of Italian patients,\u201d <em>Eur J Cancer,<\/em> vol. 44, no. 9, pp. 1275-81, Jun, 2008.<\/p>\n<p>[39] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 M. Berwick, B. K. Armstrong, L. Ben-Porat, J. Fine, A. Kricker, C. Eberle, and R. Barnhill, \u201cSun exposure and mortality from melanoma,\u201d <em>J Natl Cancer Inst,<\/em> vol. 97, no. 3, pp. 195-9, Feb 02, 2005.<\/p>\n<p>[40] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 J. A. Newton-Bishop, S. Beswick, J. Randerson-Moor, Y. M. Chang, P. Affleck, F. Elliott, M. Chan, S. Leake, B. Karpavicius, S. Haynes, K. Kukalizch, L. Whitaker, S. Jackson, E. Gerry, C. Nolan, C. Bertram, J. Marsden, D. E. Elder, J. H. Barrett, and D. T. Bishop, \u201cSerum 25-hydroxyvitamin D3 levels are associated with breslow thickness at presentation and survival from melanoma,\u201d <em>J Clin Oncol,<\/em> vol. 27, no. 32, pp. 5439-44, Nov 10, 2009.<\/p>\n<p>[41] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A. Lim, R. Shayan, and G. Varigos, \u201cHigh serum vitamin D level correlates with better prognostic indicators in primary melanoma: A pilot study,\u201d <em>Australas J Dermatol<\/em>, Mar 23, 2017.<\/p>\n<p>[42] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 D. Timerman, M. McEnery-Stonelake, C. J. Joyce, V. E. Nambudiri, F. S. Hodi, E. B. Claus, N. Ibrahim, and J. Y. Lin, \u201cVitamin D deficiency is associated with a worse prognosis in metastatic melanoma,\u201d <em>Oncotarget,<\/em> vol. 8, no. 4, pp. 6873-6882, Jan 24, 2017.<\/p>\n<p>[43] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 M. Rivas, E. Rojas, G. M. Calaf, M. Barberan, C. Liberman, and M. De Paula Correa, \u201cAssociation between non-melanoma and melanoma skin cancer rates, vitamin D and latitude,\u201d <em>Oncol Lett,<\/em> vol. 13, no. 5, pp. 3787-3792, May, 2017.<\/p>\n<p>[44] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 L. Spath, A. Ulivieri, L. Lavra, L. Fidanza, M. Carlesimo, M. Giubettini, A. Narcisi, E. Luciani, B. Bucci, D. Pisani, S. Sciacchitano, and A. Bartolazzi, \u201cAntiproliferative Effects of 1alpha-OH-vitD3 in Malignant Melanoma: Potential Therapeutic implications,\u201d <em>Sci Rep,<\/em> vol. 7, pp. 40370, Jan 11, 2017.<\/p>\n<p>[45] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A. F. Embry, L. R. Snowdon, and R. 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Camargo, Jr., \u201cVitamin D supplementation to prevent acute respiratory tract infections: systematic review and meta-analysis of individual participant data,\u201d <em>BMJ,<\/em> vol. 356, pp. i6583, Feb 15, 2017.<\/p>\n<p>[61] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 T. Y. Chan, \u201cVitamin D deficiency and susceptibility to tuberculosis,\u201d <em>Calcif Tissue Int,<\/em> vol. 66, no. 6, pp. 476-8, Jun, 2000.<\/p>\n<p>[62] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 L. Tang, S. Liu, Y. C. Bao, R. X. Gao, C. F. Han, X. C. Sun, W. L. Zhang, and S. Q. Feng, \u201cStudy on the relationship between vitamin D deficiency and susceptibility to spinal tuberculosis,\u201d <em>Int J Surg,<\/em> vol. 44, pp. 99-103, Jun 16, 2017.<\/p>\n<p>[63] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 K. Junaid, A. Rehman, D. A. Jolliffe, T. Saeed, K. Wood, and A. R. 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E. Henley, I. A. Lang, C. Annweiler, O. Beauchet, P. H. Chaves, L. Fried, B. R. Kestenbaum, L. H. Kuller, K. M. Langa, O. L. Lopez, K. Kos, M. Soni, and D. J. Llewellyn, \u201cVitamin D and the risk of dementia and Alzheimer disease,\u201d <em>Neurology,<\/em> vol. 83, no. 10, pp. 920-8, Sep 02, 2014.<\/p>\n<p>[73] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C. Annweiler, Y. Rolland, A. M. Schott, H. Blain, B. Vellas, F. R. Herrmann, and O. Beauchet, \u201cHigher vitamin D dietary intake is associated with lower risk of alzheimer&#8217;s disease: a 7-year follow-up,\u201d <em>J Gerontol A Biol Sci Med Sci,<\/em> vol. 67, no. 11, pp. 1205-11, Nov, 2012.<\/p>\n<p>[74] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 M. T. Mizwicki, D. Menegaz, J. Zhang, A. Barrientos-Duran, S. Tse, J. R. Cashman, P. R. Griffin, and M. Fiala, \u201cGenomic and nongenomic signaling induced by 1alpha,25(OH)2-vitamin D3 promotes the recovery of amyloid-beta phagocytosis by Alzheimer&#8217;s disease macrophages,\u201d <em>J Alzheimers Dis,<\/em> vol. 29, no. 1, pp. 51-62, 2012.<\/p>\n<p>[75] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 G. Bjelakovic, L. L. Gluud, D. Nikolova, K. Whitfield, J. Wetterslev, R. G. Simonetti, M. Bjelakovic, and C. Gluud, \u201cVitamin D supplementation for prevention of mortality in adults,\u201d <em>Cochrane Database Syst Rev<\/em>, no. 7, pp. CD007470, Jul 06, 2011.<\/p>\n<p>[76] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 G. Bjelakovic, L. L. Gluud, D. Nikolova, K. Whitfield, J. Wetterslev, R. G. Simonetti, M. Bjelakovic, and C. Gluud, \u201cVitamin D supplementation for prevention of mortality in adults,\u201d <em>Cochrane Database Syst Rev<\/em>, no. 1, pp. CD007470, Jan 10, 2014.<\/p>\n<p>[77] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 R. Chowdhury, S. Kunutsor, A. Vitezova, C. Oliver-Williams, S. Chowdhury, J. C. Kiefte-de-Jong, H. Khan, C. P. Baena, D. Prabhakaran, M. B. Hoshen, B. S. Feldman, A. Pan, L. Johnson, F. Crowe, F. B. Hu, and O. H. Franco, \u201cVitamin D and risk of cause specific death: systematic review and meta-analysis of observational cohort and randomised intervention studies,\u201d <em>BMJ,<\/em> vol. 348, pp. g1903, Apr 01, 2014.<\/p>\n<p>[78] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 P. Welsh, and N. Sattar, \u201cVitamin D and chronic disease prevention,\u201d <em>BMJ,<\/em> vol. 348, pp. g2280, Apr 01, 2014.<\/p>\n<p>[79] \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 L. Y. Matsuoka, L. Ide, J. Wortsman, J. A. MacLaughlin, and M. F. Holick, \u201cSunscreens suppress cutaneous vitamin D3 synthesis,\u201d <em>J Clin Endocrinol Metab,<\/em> vol. 64, no. 6, pp. 1165-8, Jun, 1987.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"border-radius: 2px; text-indent: 20px; width: auto; padding: 0px 4px 0px 0px; text-align: center; font: bold 11px\/20px 'Helvetica Neue',Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; background: #bd081c no-repeat scroll 3px 50% \/ 14px 14px; position: absolute; opacity: 1; z-index: 8675309; display: none; cursor: pointer; top: 472px; left: 405px;\">Merken<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A vitamina D \u00e9 t\u00e3o importante para prevenir e tamb\u00e9m ajudar a superar tantas doen\u00e7as. A sua import\u00e2ncia tem sido subestimada durante muitos anos. Hoje em dia, a ci\u00eancia est\u00e1 finalmente a alertar-nos para o impacto da vitamina D na nossa sa\u00fade. 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