A importância da vitamina D e da exposição consciente ao sol: Parte 1

A vitamina D é tão importante para prevenir e também ajudar a superar tantas doenças. A sua importância tem sido subestimada durante muitos anos. Hoje em dia, a ciência está finalmente a alertar-nos para o impacto da vitamina D na nossa saúde. Uma vez que agora é verão no hemisfério norte, pensei em escrever um artigo sobre a importância da vitamina D. Espero que depois de ler este artigo, fique mais motivado e com menos medo de apanhar sol “conscientemente” :). E vou explicar no próximo artigo (Parte 2) o que quero dizer com “consciente”.

A falta de vitamina D é de fato uma pandemia [1]. Quando olhamos para as estimativas mundiais da deficiência de vitamina D [2], observamos que, na maior parte dos países, afeta mais de 70% da população. Mesmo em países com muita luz solar, como o Brasil, 77% da população tem falta de vitamina D! Isto é de fato um grande problema global de saúde. E porque é um problema assim tão grande? Porque a vitamina D é crucial para o funcionamento de todos os sistemas do nosso corpo e a deficiência de vitamina D tem sido associada a muitas doenças: problemas do sistema músculo-esquelético (fraqueza muscular, quedas, fraturas), cancro, doenças auto-imunes, doenças infecciosas, doenças neurológicas e psiquiátricas, infertilidade e problemas durante a gravidez e parto, entre muitos outros problemas, incluindo mortalidade devida a qualquer causa [1, 3]. Irei falar de alguns destes problemas em mais detalhe, mas primeiro:

 

O que é vitamina D?

A vitamina D é a vitamina produzida na nossa pele quando somos expostos à luz solar. A radiação ultravioleta do sol é dividida em raios ultravioleta A (UVA) e ultravioleta B (UVB). A radiação UVB é a que estimula uma molécula de pré-colesterol (7-desidrocolesterol) presente na nossa pele a ser convertida em vitamina D3 (colecalciferol). A vitamina D3 é então metabolizada e convertida no fígado em 25-hidroxivitamina D (25(OH)D) e depois, nos rins em 1,25-dihidroxivitamina D (1,25 (OH)2D ou calcitriol) e depois viaja para os tecidos alvo, que contêm receptores de vitamina D. Também é sabido que muitos outros tecidos do corpo, incluindo o cérebro, a próstata, a mama e muitos outros, podem também produzir localmente 1,25 (OH) 2D [4].

Os receptores de vitamina D podem ser encontrados na maioria dos tecidos do nosso corpo, incluindo o cérebro. Estima-se que mais de 2000 genes sejam direta ou indiretamente regulados pela vitamina D (1,25 (OH) 2D) [5]. Curiosamente, podemos mudar a expressão de mais de 1000 genes logo após 24h de exposição à vitamina D [6]!

A vitamina D está também presente em pequenas quantidades em alguns alimentos (por exemplo, cogumelos, óleo de peixe), mas geralmente não é suficiente para satisfazer os nossos requisitos. A maior fonte natural de vitamina D é, portanto, a exposição ao sol.

E, como podem imaginar, a principal causa de deficiência de vitamina D é a falta de exposição aos UVB do sol.

No entanto, há uma variação sazonal dos UVB. O ângulo que o sol faz com a Terra afeta o número de raios UVB que atingem a superfície da Terra [7]. Estes raios têm uma maior intensidade no verão entre as 12h-14h. No inverno e ao início da manhã ou ao final da tarde, o ângulo é muito baixo e, portanto, os raios UVB não atingem a Terra e consequentemente, quase nenhuma vitamina D3 pode ser sintetizada [7].

E sabia que a vitamina D é tão importante que na verdade os não fumadores que evitam a exposição ao sol têm uma esperança de vida semelhante aos fumadores expostos ao sol? [8] Os investigadores afirmam que “evitar a exposição solar é um fator de risco de morte com uma magnitude semelhante ao tabagismo” [8].

 

Porque é então a vitamina D tão importante?

 

  • Ossos e músculos

A falta de exposição ao sol e a sua associação ao raquitismo (deformação dos ossos) em crianças foi descrita pela primeira vez em 1822 [9]. A deficiência de vitamina D em crianças pode, de fato, causar um retardo no crescimento e sinais e sintomas clássicos de raquitismo [1, 10]. Em adultos, a deficiência de vitamina D pode levar à osteoporose (baixa densidade mineral óssea – ossos fracos, que são mais suscetíveis a fraturas) e aumenta, portanto, o risco de fraturas [1, 11, 12]. Provavelmente já ouviu dizer que precisa de cálcio para os ossos, mas também precisa de níveis adequados de vitamina D, uma vez que é necessária para a absorção intestinal do cálcio.

A vitamina D também é extremamente importante para os músculos [13]. De fato, a deficiência de vitamina D tem sido associada à fraqueza muscular [14]. Os receptores de vitamina D estão presentes no músculo esquelético [15]. Além disso, a deficiência em vitamina D tem sido associada a um risco mais elevado de quedas [16] e, portanto, a sua importância na prevenção de quedas tem sido reconhecida [12].

No entanto, a falta de vitamina D afeta o nosso corpo de muitas outras maneiras para além do funcionamento dos ossos e músculos. A vitamina D pode ser considerada uma hormona, porque não precisamos de a ingerir, e pode ser sintetizada pelo nosso próprio corpo quando exposto à luz solar. É tão importante para tantos tecidos no nosso corpo que, como os autores em [17] escrevem, é uma:

“Hormona da reprodução e fertilidade
Hormona do crescimento e desenvolvimento
Hormona da resposta imunológica e ao stress
Hormona do sistema digestivo
Hormona da regulação endócrina
Hormona das funções do sistema nervoso central “

 

  • Cancro

Há muito tempo que se sabe da existência de uma correlação entre a falta de vitamina D e a ocorrência de vários tipos de cancro. Na verdade, a exposição aos UVB e os níveis de vitamina D estão inversamente associados a 15 tipos de cancro [18].

Há quase 80 anos, foi observada uma correlação entre viver em latitudes mais altas (ou seja, mais a norte) e um maior risco de morrer de cancro [19]. Viver em latitudes mais altas diminui a produção de vitamina D3, e portanto, sugeriu-se que uma associação poderia existir entre a falta de vitamina D e a mortalidade por cancro. Foi observado que os homens e  mulheres que tinham apanhado mais ao sol ao longo das suas vidas eram menos propensos a morrer de cancro [18, 20, 21].

Hoje em dia, o papel da vitamina D na prevenção e tratamento do cancro tem sido reconhecido e provado por muitos estudos científicos (por exemplo, [4, 21-24]). Vários estudos mostraram que a deficiência em vitamina D aumenta o risco de desenvolver e morrer de cancro [21, 25]. Observou-se que adultos com níveis de vitamina D abaixo de 25 ng/ml, que foram seguidos durante 19 anos, tinham um risco mais elevado (50%!) de desenvolver cancro colorrectal, da mama, da próstata e muitos outros tipos [25-27]. Uma meta-análise mostrou que a ingestão de 1000 Unidades Internacionais (UI) de vitamina D3 por dia está associada a uma diminuição de 50% do risco de cancro colorretal e da mama [21]. Homens que tomaram > 400 UI de vitamina D por dia têm um risco reduzido de desenvolver vários tipos de cancro, incluindo o do pâncreas, esófago e linfoma não-Hodgkin [25].

Neste estudo [4], os autores afirmam:

Ambos os estudos prospectivos e retrospectivos apoiam o conceito de que a deficiência de vitamina D é a força propulsora do aumento do risco de vários cancros comuns em pessoas que vivem em latitudes mais altas“.

Eu diria antes “é uma das forças propulsoras”.

A suficiência de vitamina D não só previne o cancro, mas pode também melhorar a sobrevivência de pacientes com cancro: num estudo em pacientes com cancro colorretal, aqueles com níveis mais elevados de vitamina D (isto é, 25(OH)D) tiveram uma mortalidade quase 50% (metade!) mais baixa do que os pacientes que tinham os níveis de vitamin D mais baixos [28]. E, quanto maior o nível de vitamina D, menor a taxa de mortalidade [29]. O mesmo foi observado para o cancro da mama [30, 31], cancro do ovário [32] e linfoma [33]. Isto é altamente relevante!! Curiosamente, um estudo revelou que, de todos os pacientes com cancro colorretal que participaram no estudo, apenas 3% tinham níveis normais de vitamina D, o que significa que a grande maioria (97%!) destes pacientes tem falta de vitamina D [34]!

Isto foi demonstrado em estudos observacionais, o que significa que os cientistas observaram os níveis dos pacientes no início do estudo, mas na verdade não fizeram nenhuma intervenção. Sabe o que é um estudo clínico randomizado controlado? É um estudo em que as pessoas são divididas em 2 grupos: 1 grupo recebe a intervenção (chamado grupo experimental) e o outro não (chamado grupo controlo); é o melhor tipo de estudos para provar se um tratamento realmente funciona e é normalmente o que se utiliza em ensaios clínicos. Num destes tipos de estudos, verificou-se que os suplementos de vitamina D também reduzem significativamente a mortalidade por cancro [35].

Então e quanto ao melanoma? Sabia que na verdade, o melanoma é mais comum em pessoas que trabalham no interior de edíficos do que em pessoas que trabalham no exterior? [36] O autor deste artigo publicado no Lancet afirma:

“As pessoas que trabalham no exterior têm um menor risco de melanoma em comparação com as pessoas que trabalham no interior, sugerindo que a exposição crónica à luz solar pode ter um efeito protetor”. [36]

Na verdade, alguns autores até afirmam que a exposição ao sol pode ter um efeito anti-melanoma através da ativação do sistema da vitamina D [37]. Imagino que esteja a pensar “O quê?! Então mas a exposição ao sol não causa cancro da pele?”. Bem, não é preto ou branco. A exposição ao sol em moderação é essencial para nós, inclusive para prevenir o cancro da pele ou muitos outros tipos de cancro, como mencionei em cima. Mas se costuma apanhar tanto sol ao ponto de ficar com queimaduras solares, então aí está a exagerar, e sim, o seu risco de cancro da pele aumenta. Pode estar a perguntar “então e que tal apanhar sol, mas estar “protegido” com o protetor solar?”. Há muitas razões pelas quais eu não recomendo os protetores solares “normais” (e irei discutir este tópico no meu próximo artigo), mas um deles é porque que os protetores bloqueiam os UVB – mesmo um protetor com um fator de proteção solar de apenas 15 bloqueia 99% dos UVB [ 79]. Portanto, assim não poderá sintetizar nenhuma vitamina D, e consequentemente, poderá estar de fato a aumentar o seu risco de cancro.

A exposição à luz solar, antes ou depois do diagnóstico, tem sido associada a uma maior sobrevivência em pacientes com melanoma [38, 39]. Níveis mais elevados de vitamina D aquando do diagnóstico, além de estarem associados a uma maior sobrevivência, estão também associados a melanomas mais finos [40, 41]. Por outro lado, a falta de vitamina D está associada a um pior prognóstico [42]. Além disso, as taxas de melanoma aumentam com a diminuição dos níveis de vitamina D [43]. Na verdade, num estudo muito recente publicado no Science Reports, os autores concluíram que a vitamina D deve ser utilizada como adjuvante do tratamento do melanoma [44].

E porque é que a vitamina D tem um papel tão crucial na prevenção e tratamento do cancro? Sabe-se que a forma ativa de vitamina D (calcitriol) inibe a proliferação celular maligna, estimula a apoptose (morte celular programada), suprime a inflamação e inibe a angiogénese tumoral (formação de novos vasos sanguíneos necessários para o tumor sobreviver), proliferação (crescimento), invasão e metástase [24].

  • Doenças autoimunes

Os cientistas têm mostrado que viver em latitudes mais altas está também associado a um risco mais elevado de doenças auto-imunes, incluindo a diabetes tipo 1 e a esclerose múltipla [45, 46]. Observou-se que crianças que receberam 2000 UI de vitamina D por dia durante o primeiro ano de vida, e que foram seguidas durante 31 anos, tiveram uma redução de 78% no risco de desenvolver diabetes tipo 1 em comparação com crianças que não receberam suplementação de vitamina D [47].

A associação entre a falta de vitamina D e a esclerose múltipla (EM) é bem conhecida. Níveis mais elevados de vitamina D estão associados a uma menor incidência de esclerose múltipla em mulheres [48]. Além disso, a maioria dos pacientes com esta patologia tem níveis muito baixos de vitamina D no sangue. Por isso, hoje recomenda-se fazer sempre análises à vitamina D em pacientes com EM e prescrever suplementos desta vitamina [49]. Tem-se sugerido que, devido às suas ações imunossupressoras, a forma ativa de vitamina D pode prevenir a indução de EM [50]. De fato, num artigo intitulado “Vitamina D: um inibidor natural da esclerose múltipla”, os autores destacam que a prevalência de EM aumenta com a diminuição da radiação solar, sugerindo que a luz solar pode ter um efeito protetor na EM. Os mesmos autores também demonstraram que a vitamina D inibiu completamente a indução e a progressão da EM [51]. As mulheres que recebem > 400 UI de vitamina D por dia têm uma redução de 40% do risco de desenvolver esclerose múltipla [52].

  • Doenças psiquiátricas

Há também cada vez mais evidências científicas de que a vitamina D tem um forte impacto na nossa saúde mental. Por exemplo, vários estudos encontraram uma associação entre a deficiência de vitamina D e a depressão e desempenho cognitivo, em todas as faixas etárias [53, 54]. Os sintomas depressivos melhoraram quando os indivíduos foram suplementados com vitamina D [55]. Não só a deficiência de vitamina D e depressão parecem co-ocorrer (por exemplo, como demonstrado em [56]), mas também a deficiência de vitamina D pode ser um fator de risco para a depressão mais tarde [57]. A serotonina no cérebro é sintetizada a partir do aminoácido triptofano por uma enzima (triptofano hidroxilase 2), que é ativada pela vitamina D [58]. As pessoas que vivem mais a norte estão em risco de deficiência em vitamina D e são também mais propensas a desenvolver esquizofrenia [59].

  • Doenças infecciosas

Foi demonstrado que os suplementos de vitamina D podem prevenir infecções respiratórias, como gripe, bronquite e pneumonia [60]. Além disso, a exposição à luz solar ajuda no tratamento da tuberculose [61-63]. Num estudo publicado na Science, foi demonstrado que um provável mecanismo para isto é que, quando um macrófago é infectado com tuberculose, estimula a célula a aumentar a produção de 1,25 (OH)2D e a aumentar a expressão do receptor de vitamina D [ 64]. Isto vai aumentar a expressão genética da proteína bactericida catelicidina, que é conhecida por matar a tuberculose e outros agentes infecciosos.

  • Doença inflamatória intestinal

A vitamina D também actua como anti-inflamatório. O restabelecimento de níveis normais desta vitamina pode ajudar pacientes com doenças inflamatórias intestinais. Verificou-se que as pessoas que vivem no sul têm uma menor incidência deste tipo de doenças do que as pessoas que vivem no norte. Uma explicação plausível para isto é que as pessoas no sul estão mais expostas à luz solar e à radiação UVB e, portanto, têm muito provavelmente níveis mais elevados de vitamina D [65]. Num estudo, após pacientes com a doença de Crohn receberem suplementos de vitamina D durante 24 semanas, a grande maioria deles conseguiu remissão [66], demonstrando o potencial da vitamina D para ajudar no tratamento desta doença inflamatória intestinal.

  • Doenças cardiovasculares

A vitamina D é muito importante para reduzir a hipertensão e o risco de doença cardíaca aterosclerótica, ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC). Uma meta-análise de estudos prospectivos encontrou uma associação entre baixos níveis de vitamina D e um maior risco de doenças cardiovasculares [67]. O mesmo foi encontrado para o AVC isquémico [68]. Curiosamente, em pacientes com AVC, descobriu-se que quanto mais baixos os níveis de vitamina D no sangue, maior a gravidade do AVC​​ [69]. Para além disso, descobriram que o nível de vitamina D no sangue era um bom marcador do prognóstico e sobrevivência dos pacientes (ou seja, pacientes com níveis mais altos, tinham melhor prognóstico) [69].

  • Doença de Alzheimer

Bastantes estudos têm demonstrado uma associação entre a falta de vitamina D e o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Foi sugerido que os níveis de vitamina D abaixo de 20 ng/ml (50 nmol/L) estão associados ao declínio cognitivo e ao desenvolvimento de demência [70]. Num artigo de revisão sistemática e meta-análise, verificou-se que concentrações de vitamina D mais baixas estavam associadas a uma pior função cognitiva e a um maior risco de doença de Alzheimer [71]. Num estudo prospectivo com muitos participantes, os investigadores encontraram uma forte associação entre a vitamina D e o risco de demência ou doença de Alzheimer: os doentes que tinham uma deficiência severa de vitamina D tinham mais do dobro da probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer, concluindo mas suas próprias palavras que “a deficiência em vitamina D está associada a um elevado risco de demência e doença de Alzheimer “[72]. Por outro lado, as pessoas que têm níveis elevados de vitamina D têm um baixo risco de desenvolver esta doença neurodegenerativa [73]. Um possível mecanismo para isto é que a vitamina D ajuda a limpar as placas de amilóide-β que se desenvolvem no cérebro de doentes com Alzheimer [74].

  • Aumento da esperança de vida

Segundo artigos de revisão sistemática e de meta-análise, a suplementação com vitamina D3 pode prevenir a mortalidade geral em adultos, o que significa que pode aumentar o nosso tempo de vida [75-77]. Estes consistiram em estudos bastante grandes: o estudo [76] teve em conta os resultados de 56 ensaios clínicos randomizados e 95286 participantes e o estudo [77] considerou um total de 95 estudos com 880128 participantes. No entanto, isso não significa que podemos fazer o que quisermos e tomar um suplemento de vitamina D e este será o “comprimido mágico” para prolongar a nossa vida. Não. Temos também que ter uma alimentação e estilo de vida saudável se quisermos efetivamente prevenir doenças crónicas e melhorar a nossa saúde [78].

 

Nos meus próximos artigos, vou escrever sobre:

– Por que existe uma pandemia de deficiência de vitamina D?
– Quais são os níveis recomendados de vitamina D e o que fazer para os atingir?
– Problemas com os protetores solares
– Abordagens naturais para nos protegermos do sol

Se leu este artigo, recomendo vivamente que leia o meu próximo artigo (Parte 2), porque lhe irei dar algumas informações que poderão ser muito úteis, nomeadamente o que pode fazer para elevar os seus níveis de vitamina D e também sugestões de como estar exposto ao sol com segurança (ou “conscientemente”). Muitas pessoas pensam que estar exposto ao sol apenas com a cara e braços durante uns minutos chega para produzir vitamin D, mas isto não é verdade. Precisamos de expôr a maior parte do corpo ao sol. Leia o próximo artigo 🙂

Entretanto, gostaria de saber: alguma vez descobriu que tinha falta de vitamina D? Notou melhorias no seu estado de saúde após conseguir atingir os níveis normais de vitamina D?

 

Viva saudável 🙂
Ana

 

Referências

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